Tudo tem dois lados da moeda, há sempre coisas boas que aparecerem por aí, mas tem coisas que eram melhor nem serem lançadas e que não agradaram a ninguém, quase ninguém ou somente a mim. Esse post de hoje vai estar uma merda, tanto no sentido do autor, como o conteúdo aqui contido, então pegue uma pá e seguimos em frente.
O Nove Mil Anjos poderia até ter lançado um disco melhor, mas eu queria mesmo era que a banda nem existisse. A banda do irmão da Sandy teve um péssimo primeiro disco que não trouxe nada de novo ao cenário nacional, lastimável. Mas pior do que fazer um péssimo cd de estréia, é fazer um péssimo sexto disco. O Guns And Roses lançou o Chinese Democracy que demorou quinze anos para ser feito, mas no primeiro minuto de audição já se sabe que não virá coisa boa.
Outra cantora que não soube ficar calada foi a Scarlett Johansson, a garota que é uma ótima atriz, se mostrou uma terrível cantora, mesmo tendo ajuda do cansagrado David Bowie e com composições do Tom Waits. Mas pelo menos a cantora já tinha nos avisado de como seria o disco pela capa, morto.
O CSS também ficou bem morto este ano. O segundo disco da banda, Donkey, mesmo com a MTV dando todo o apoio que a mídia pode dar, não houve reação do público. Quer dizer, quando a festa não está boa a gente vai embora.
Teve aqueles discos que se salvaram algumas músicas, mas também tinha bastante coisa que poderia ter ido para a descarga, como o Death Magnetic do Metallica, o Intimacy do Bloc Party, e tantos outros já que nada é perfeito.
Se ainda quiseres contar aquelas bandas que ou são odiadas ou amadas, pode entrar na lista de piores do ano, Black Kids com o seu Partie Traumatic, REM e o Accelerate. No fim das contas, fica tudo muito subjetivo, já que quem decide se o disco é bom ou ruim é o ouvinte. Exceto a Scarlett, porque aquele disco não tem salvação mesmo.